Qualquer pessoa que tem um bebê em seu convívio já percebeu isso. Quem não tem, quando tiver vai perceber. É uma força que vem de dentro de cada um de nós, algo incontrolável: a vontade de cuidar, amar e proteger aquela coisinha mais linda e fofa do mundo…

Esse sentimento não é nenhuma novidade. Mas agora foi provado!

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Um estudo da Universidade de Oxford, prova que a aparência e fofura dos nossos pimpolhos, são gatilhos naturais que desencadeiam o nosso comportamento premeditado de cuidar, amar e proteger.

Cuidar de um bebê ou criança não é nada fácil e é algo que precisa da nossa constante atenção por isso o cheiro, pele, aparência, ou seja, tudo em um bebê é feito para que os adultos sintam uma vontade incontrolável de cuidar e amar.

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“Bebês nos atraem através de todos os nossos sentidos. O que faz a “fofura” ser uma das forças mas básicas e poderosas para controlar o comportamento humano” – Prof.Alan Stein da Universidade de Oxford

Essa é a primeira evidência de que “ser fofo” incentiva o processo de cuidar da criança. O que não deve ser reduzido a somente instinto materno e sim, uma plano de longo prazo, lento, trabalhoso e que exige muito cuidado. Claro que esse processo trás em troca sentimentos de prazer similares aos que ocorrem quando escutamos música ou comemos algo que gostamos.

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A fofura afeta homens e mulheres da mesma forma. E sim, aqueles que não tem filhos também estão propensos a cair nos poderes de persuasão da fofura. Essa vontade de cuidar é uma resposta fundamental de todos nós aos bebês.

Então a dica é: Renda-se e seja feliz!

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