Desde que o Thomas nasceu guiei como sempre em São Paulo. Fazendo nada de diferente. a única coisa única coisa que mudava era a minha velocidade quando ele estava no carro. De 60 (que é o máximo que da para chegar em São Paulo) eu andava a 20 por hora não costurada entre os carros, esperava no farol amarelo, não fazia conversões proibidas e coisa de costuma que fazemos no dia a dia e obvio que sempre sempre sempre o bebê deve estar bem pressinto no bebê conforto.

Mas nunca senti tanta diferença como quando fui para campinas um dia a noite mesmo sem o Thomas no caro me deu medo. Não como a minha prima nesse videobaby-in-car-seat (Quem não viu veja vale a pena ), mas deu medo. Segurança a direção com força mantinha a velocidade permitida e não ficava na faixa da direita para não ser pressionada pelos carros que queriam correr mais – que eram algo como eu antigamente.

Meu carro hoje é um Audi A4 corre super bem e já cheguei a 180 na estrada. Eu brincava de bater 160. Agora imagina nem em sonho. Afinal , toda vez que penso em me colocar em uma situação de risco ou indesejada logo penso: Eu sou mãe Tenho o Thooms para criar, preciso tomar cuidado. Ou sou mãe não posso fazer mais isso tenho que ser responsável. Minha fase de balda e viver sem conseqüências acabou. 

Agora mesmo no trabalho, ou na ginastica eu me tiro força do Thomas quando tenho preguiça ou quero jogar tudo para o alto penso nele e sigo em frente. Essa é a dica de hoje seus filhos são todo combustível que você precisa e 10 minutos a mais no carro não faz diferença paz ninguém alias, são 10 minutos a mais perto deles, não é?

 

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