Pessoal, como disse no Facebook, milhões de desculpas pelo meu sumiço. Mas com o Thomas em casa, eu me atrapalhei um pouco e acabei não conseguindo fazer alguns posts agora no fim do ano. Muito da culpa disso são as visitas que são gostosas mas tomam tempo obviamente (sorry visitantes), mas estou sendo sincera. Porém, esse é um assunto para outro post.

Nesse post quero contar sobre a primeira folga da enfermeira e vou confessar que antes disso eu estava achando pesado com o bebezinho aqui em casa, tendo que dar mamar de 3 em 3 horas. Nada que fosse tão assustador. Afinal, meu corpo já estava se recuperando da operação e eu já estava me adaptando a dormir picadinho.

Ainda tinha medo de dar banho nele sozinha mas ficava observando a enfermeira todos os dias e a toda troca de fralda também. Já em relação a segurar ele, que eu achei que fosse ser difícil, foi fácil no fim acabou vindo naturalmente e toda a minha insegurança passou rápido, inclusive saí do hospital já me achando a mãe super poderosa que sabia tudo.

bebe-dorme-mae-436Quando a folga da enfermeira começou a se aproximar, eu já estava preparada com uma  ótima folguista e nem me preocupei. Mas por via das dúvidas, tomei coragem e aprendi a dar banho no Thomas sozinha naquela semana mesmo. Claro, que sem virar ele de costas, essa façanha eu só tive coragem de fazer essa semana. ESSA FOI A MINHA SORTE. As 11:45 da noite anterior a folga da enfermeira, descubro que não vou ter folguista e vou ficar sozinha com o meu filho. Fui dormir confiante até. Mas as 36 horas depois da saída da enfermeira  provaram ser bem mais assustadoras do que eu imaginei.

No começo até que foi tranquilo: dei mamar na minha cama, troquei ele, fiz ele dormir e coloquei ele no carinho no meu quarto. Fui tomar banho realizada, me achando um sucesso, mas sempre olhando o carinho. Foi só eu acabar de me trocar e sentar do lado dele, que ele regurgitou muito, até entrou um pouco no nariz dele. O meu susto foi tanto que tirei ele do carrinho tão rápido que voou chupeta, fralda e cobertor para todo lado. Limpei ele e o coloquei no colo abraçando apertadinho. Ele se acalmou na hora já eu fiquei tremendo por umas 2 horas, só imaginando o que teria acontecido se eu tivesse demorado mais no banho.

Para resumir, pelo resto da folga da babá fiquei em cima dele que nem gavião, nem dormi. Checando a toda hora se ele estava respirando. Trabalhei muito em agencia de publicidade e já virei muito a noite mas nunca fiquei tão exausta como esse dia. Dizem que na amamentação o bebê suga toda a energia da mãe… Vai saber se é verdade, mas que pareceu ser pareceu…

Depois disso, conheci mais meu filho. Por isso, mudei algumas coisas no dia-a-dia dele que se eu não tivesse passado por isso não saberia até hoje. Um exemplo, é a troca da fralda. Eu trocava no meio da mamada para acorda-lo. Mas como ele pulava muito, isso fazia ele regurgitar mais, por isso hoje troco ele antes de começar. Nunca mais, coloquei ele de barriga para cima no berço ( por mais que falem que é o certo), o Thomas dorme de ladinho e ponto. E a minha melhor descoberta: o Thomas lembra da música que eu cantava para ele na barriga. É só começar a cantar a música Lobo Bobo que ele apaga na hora, mas tem que ser eu claro.

Esse é um dos melhores sentimentos de ser mãe. Saber que com você o seu filho se acalma na hora e adora ouvir você cantar e o seu colo é o especial. Mesmo que se antes de ser mãe não soubesse o que fazer ao redor de crianças. Com o seu filho é fácil e delicioso.

No fim, não ter folguista, me deu a chance de aproveitar mais cada momento com ele, conhece-lo mais e depois dessa folga fatídica, tomei coragem e fiz a outra também sozinha. Agora estou em direção a minha quarta e não pretendo pegar folguista nenhuma. Aliás, cada vez mais, mesmo sendo cansativo, eu fico ansiosa para a folga da babá assim o meu pituco fica sendo todo meu …..

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